sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Pré Candidatos a Vereador pelo PRTB;

Decidi que já é hora de apresentar a vocês os colegas pré candidatos;

Cidade: FLORIANÓPOLIS

Jaque Zambon
  Facebook: https://www.facebook.com/jaqueline.zambondecarvalho  

Letícia Mattos
  Facebook: https://www.facebook.com/leticia.mattos.81

Celso Lino
   Facebook : https://www.facebook.com/celso.lino

João Ernesto Koch 
   Facebook: https://www.facebook.com/joaoernesto.koch.5

Onofre Conceição

Ruth Francisca
Facebook: https://www.facebook.com/ruthfrancina

E tem EU!!!!! não esquece!!!



PREFEITO???  Alex Brasil : https://www.facebook.com/AlexanderBrasilPereira


Assim que o pessoal for mandando seu site de entrada da internet, eu vou atualizando aqui.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

É censura que chama?


Boa tarde,  Marcelo,

No dia 26 de junho, a empresa responsável por operar os nossos pagamentos suspendeu o contrato com a Brasil Paralelo.

A notícia nos pegou de surpresa.

Já sabíamos que militâncias virtuais pressionavam empresas parceiras de produtores de conteúdo, mas não esperávamos que isso pudesse de fato acontecer conosco.

Na notificação que recebemos, o motivo alegado não estava claro. A justificativa foi que a operadora não prestaria mais serviços para "conteúdos de cunho ideológico" e relativos a "temas sensíveis".

Somos uma empresa de educação, sem nenhum envolvimento com partidos políticos ou com o dinheiro público.

A proposta de valor da Brasil Paralelo é justamente esta: independência editorial para enriquecer o debate público, através do questionamento e do resgate de ideias que ecoaram ao longo dos séculos.

Nossa única fonte de receita vem das assinaturas voluntárias dos Membros.

Através desse investimento já foi possível produzir mais de 30 documentários gratuitos, dezenas de cursos e centenas de entrevistas exclusivas, entregando esse material para mais de 16 milhões de brasileiros interessados neste debate.

Talvez os "temas sociais sensíveis" sejam a própria natureza da educação, e o debate sobre eles a essência da democracia.


Assistir a tentativa de proibir ideias e pesquisas sob falsa acusação de fake news é um risco imenso para a inteligência da nossa sociedade.

Reforça a importância de combatermos os dogmas ideológicos e os mecanismos de censura que progressivamente ganham espaço no país.


Outro fato que chamou a nossa atenção foi o maior influenciador de público infantil do país, com 38 milhões de inscritos no seu canal de YouTube, ter aplaudido a medida e apoiado a tentativa de coibir o debate público.

Tudo isso gera preocupação com os rumos da liberdade de expressão. Entretanto, precisamos compreender em que etapa estamos dessa conversa.

No momento atual, como isso nos afeta?


1. Todos os membros da Brasil Paralelo podem ficar tranquilos. 

A operadora de pagamentos em questão é apenas uma prestadora de serviços.

Por enquanto, as nossas transações seguirão acontecendo pela mesma empresa. Serão poucos dias, só até migrarmos a nossa base de assinantes para um novo gateway de pagamentos.  

O processo está sendo feito de forma que não gere nenhum prejuízo aos membros assinantes ou à Brasil Paralelo.

Fique tranquilo, o processo de migração será 100% seguro e não deixaremos ninguém para trás.


Existem muitos concorrentes no mercado e a nossa equipe de tecnologia já está trabalhando na migração para uma nova empresa parceira.

Construir a aliança entre membros é a única forma de nos mantermos em contato, evoluirmos a nossa estrutura e garantirmos a nossa liberdade de expressão.

Outro ponto importante: como você sabe, a nossa plataforma de conteúdo (Plataforma de Membros da BPé desenvolvida e administrada internamentenão havendo nenhum risco de perda de acesso ou problema com sigilo de dados.

Nosso conteúdo não será afetado.


2. Só com mais independência eliminaremos esse tipo de risco.

Se a nossa área de conteúdos estivesse com a empresa terceirizada, o risco seria muito maior.

Desenvolver as próprias soluções e poder contar com independência é uma tarefa árdua e cara, mas importante. Enquanto as nossas relações ficarem nas redes sociais ou em plataforma de terceiros, corremos o risco de perder a nossa voz a qualquer momento.


É a sua assinatura, membro Marcelo, que fortalece a nossa iniciativa, financia a nossa tecnologia, o nosso conteúdo e a nossa capacidade de permanecer na internet, levando o nosso conteúdo para milhões de brasileiros.


Por isso pedimos que você repasse esse recado aos seus amigos que gostam da Brasil Paralelo mas que ainda não são membros.

A aliança entre membros é a única forma de nos mantermos em contato, evoluirmos a nossa estrutura e garantirmos a nossa liberdade de expressão.


Tentaram tirar a nossa única fonte de financiamento, a assinatura voluntária de todos os nossos membros.

Felizmente, nos estruturamos como uma empresa, e, por isso, nos preparamos para momentos de adversidade com serviços contratados.

Além disso, contamos com a melhor base de clientes possível: nossos maiores parceiros, os membros da Brasil Paralelo.

Não vai ser assim tão fácil nos parar.

Atenciosamente.
Equipe Brasil Paralelo.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Ética na Universidade?

Hoje(08/07/2020) Após algumas semanas em que a mídia tem dado espaço para questionamentos quanto a posição que a UFSC tem adotado com relação ao retorno as aulas, estamos tomando conhecimento da divulgação em rede, de uma parte de um texto, que uma "comissão de ética" da Universidade publicou, um texto fazendo referência a Ética e ao uso das redes sociais.

Não é de hoje que os dominantes da Universidade atuam fortemente na internet controlando e tentando silenciar qualquer opinião contrária aos interesses dos estamento burocrático. Essa prórpia comissão de ética, ligada diretamente ao Gabinete do Reitor é mais um daqueles "penduricalhos" estatais criados pelo estamento burocrático para tentar de alguma forma coibir os discursos que colocam em discussão a forma como as coisas são feitas na propria Universidade. 

Este documento criado é a prova disso, uma tentativa clara de fomentar uma caça a todo e qualquer servidor que OUSE pensar diferente do Reitor e seus seguidores, seus amigos e coligados ou afins. Lembro aos Senhores, que o DPL(Docentes pela Liberdade), tentou criar uma página para divulgar suas propostas e defesa da liberdade e foi excluido do sistema em menos de 24 horas, o que mostra que existe sim um patrulhamento ideológico das redes, existe uma caça aos que pensam diferente. Quer ler o doc da Comissão? leia aqui.

Quer saber sobre a história da página do DPL/SC excluida em menos de 24 horas?
                                                          Leia aqui:  https://dpl-sc.blogspot.com/

Que saber sobre o DPL?  Aqui: https://dpl.org.br/

terça-feira, 7 de julho de 2020

Eleições 2020; Florianópolis.

Estamos nos organizando para as eleições municipais deste ano.

Eu me filiei ao PRTB, e ontem tivemos nossa primeira reunião com todos os pré candidatos que já se apresentaram, gostaria de compartilhar com vocês os links dos perfis deles;

Pré candidato a Prefeito;
ALEXANDER BRASIL:

Pré Candidatos a Vereador;
- EU ! Marcelo Vardanega.

Meus colegas de partido:
 (Eles estão me enviando os links, a medida que eu receber eu vou atualizando estepost.)


JAQUE ZAMBON:

CELSO LINO:


JOÃO ERNESTO KOCH:

quarta-feira, 17 de junho de 2020

O ÓDIO FIGADAL A BOLSONARO

Texto copiado do FB do Soberanistas; https://www.facebook.com/SoberanistasBeloHorizonteMG/photos/a.1215272101964905/1646397718852339/

        A má vontade com esse governo só tem explicação na psicologia e na demonologia. Percebe-se, nitidamente, nas críticas a Bolsonaro, não uma cobrança por desenvolvimento econômico, melhoras na saúde, na segurança e na educação. Percebe-se, às raias da evidência, uma profunda e incontida ojeriza por uma criatura humana, sem motivos plausíveis. Sentir ojeriza por um homicida, um latrocida, um estuprador um filho que maltrata e sevicia pais idosos, um indivíduo que lidera grupos de "bullying" numa escola, um genocida mesmo - isso é o que se espera de uma pessoa moralmente regrada e psiquicamente saudável e psicologicamente resolvida.

        Na esfera política, sentir ojeriza por um governante ou parlamentar flagrantemente apanhados em corrupção, indiciados judicialmente e judicialmente condenados, sobretudo quando esses réus conseguem evadir-se, graças às brechas da lei e ao farto dinheiro para contratar bancas advocatícias - isso é o que se espera de um cidadão cumpridor de seus deveres e contribuinte do fisco.

        Em qual dessas categorias reprováveis Bolsonaro pode ser enquadrado? Em que assassinato, latrocínio, estupro, abuso de incapaz ou de vulnerável ele foi, ao menos indiciado? "Ah, ele é miliciano!" É mesmo? E nunca conseguiram provar isso? "Não! Ele faz tudo muito bem feito! Ele tem costas largas!" É mesmo? Um parlamentar obscuro? Um cidadão sem alta fortuna nem influência sobre grandes nomes das finanças, sem amizades com banqueiros? Muitos outros, com toda essas vantagens ao seu dispor, já foram apanhados pela Justiça, estão na prisão. Bolsonaro sequer figurou nas listas do "Mensalão" nem do "Petrolão". "Ah! Mas é porque ele sabe fazer tudo muito bem feito! Não deixa rastros! Tem milicianos trabalhando para ele!" Acorda, alucinado! Com esse tirocínio, Bolsonaro nem seria Presidente do Brasil. Ele teria o império da Microsoft e o da Apple fundidos, além de larga fatia do J. P. Morgan Bank. Um gênio do crime desse dominaria o narcotráfico mundial. Sem falar de indícios de luxo e ostentação a dar na vista, inclusive com direito a hospedagens nas mais suntuosas suítes dos hotéis dos Emirados Árabes.

        Mas o ódio a Bolsonaro transborda a ponto de a baba espumar na boca de seus inimigos figadais. Se o ódio não se deve a ele ter parte com o tráfico de mulheres, órgãos para transplante, drogas etc. nem por ele ter assassinado, estuprado, executado transexuais, maltratado animais, seviciado incapazes ou vulneráveis, impedido negros de lhe pisarem no gabinete, que motivos ensejam a increspada rejeição? Aliás, o discurso de Bolsonaro sempre foi a favor de penas pesadas para homicidas, latrocidas e estupradores. Então, se ele é odiado por esse discurso, ele é odiado por odiar homicidas, latrocidas, estupradores. E quem o odeia, portanto, milita em favor desses crimes. Ao menos uma militância através da leniência travestida de tolerância. Caracteriza-se, assim, uma militância em favor do mal. Assim, chegamos à demonologia. Bolsonaro - de uma forma que eu, como católico, não vejo como canônica - expressa religiosidade, respeito pelo sagrado, inclusive em sua dimensão institucional. Coloquemo-lo, pois, ao lado de hordas que invadem templos, urinam e defecam nos altares e nos púlpitos, desrespeitando um espaço que sequer é público. E aí? Esses sacrílegos e blasfemos odeiam Bolsonaro. Logo... novamente, a demonologia pode explicar.
No mais, eu me dei, muito antes de votar em Bolsonaro, o trabalho de olhar seus projetos no CN. "Ah, ele não conseguiu fazer aprovar nenhum!" Nenhum? Fala-se de dois! "Kkkkkk..." Alguém se deu o trabalho de ler ao menos uma ou outra ementa de alguns desses projetos? Em um deles, temos: "Altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, para vedar a oferta de pacotes com franquias limitadas de dados". Alguém contra? Em outro, lê-se: "Dispõe sobre o uso compassivo da fosfoetanolamina sintética por parte de pacientes com câncer". Um semelhante: "Autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna". Mais um, em favor da saúde - e do bolso - do cidadão: "Altera a redação do inciso XIV, do artigo 6º, da Lei nº 7.713, de 22 de novembro de 1998, que altera a legislação do imposto de renda e dá outras providências, para incluir os portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica - DPOC - enfisema pulmonar, no rol de isentos de tributação". Sobre segurança e responsabilidade no trânsito: "Requer seja criada Subcomissão Especial para Discutir a Mortalidade e as Consequências dos Acidentes de Trânsito no Brasil". E esse, para coibir práticas de vandalismo: "Altera a redação do art. 65 e seu § 1º, da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para agravar as penas do crime de pichação". Procurei um que fosse capaz de indicar preconceito racial e homofobia. Nada!

        Enfim, só mesmo a psicologia, a demonologia e - esqueci - a ponerologia para explicar o ódio a um Presidente que, em sua vida parlamentar, não construiu um império econômico, nunca foi flagrado em restaurantes de luxo em Paris ou Nova Iorque, não tem apartamento na Avenue Foche nem na Park Avenue, não tira férias sequer em Cancun, sem falar de que não cometeu crime nem infração penal. É um tosco, que não se debreia para as celebridades da vanguarda artística, mas, em compensação, não se envaidece por jamais haver lido um livro ou - pior - não desdenha da honestidade de um pobre coitado que, encontrando uma carteira recheada de dólares e tendo-a devolvido ao dono, recebeu do Ex-presidente Lula, mais uma recriminação do que um elogio pelo ato.

        A meu ver, esse ódio foi sendo ensinado por gerações, nas escolas e universidades, no exercício da crítica jornalística, no cinema etc. Esse ódio não é a Bolsonaro. Esse ódio é a qualquer um que não ame com devoção o socialismo. E o socialismo é intrinsecamente perverso, já advertiu um Papa. Logo, quem ama o socialismo ama o mal e odeia os que o detestam. Pode-se discordar quanto aos meios de implatar-se o socialismo, à maneira do sociodemocratismo ou à maneira revolucionária. Mas nunca detestá-lo.

Paulo SValenca

segunda-feira, 4 de maio de 2020

POR QUE DEFENDO O GOVERNO BOLSONARO

Texto extraido do FB de Fábio Blanco: https://www.facebook.com/fabio.blanco.79/posts/2954514921296367 POR QUE DEFENDO O GOVERNO BOLSONARO Algumas pessoas que dizem me admirar e gostam do meu trabalho costumam falar que não entendem como posso apoiar o presidente e defendê-lo. Elas acham que é algo indigno para mim. Creem inclusive que isso pode me prejudicar, de alguma maneira. O que elas não entendem, porém, é que a defesa que faço desse governo não tem nada a ver com gosto pessoal, nem com identificação ideológica. É apenas o resultado daquilo que tenho visto. O fato é que eu percebo, com muita clareza, que o problema dos que atacam Bolsonaro nunca teve a ver com o que ele fez ou faz. O problema é quem o Bolsonaro é. Porque, se as pessoas fossem honestas e fizessem as devidas comparações entre o governo atual e os que se passaram, constatariam que não há paralelos possíveis. Todos os governos pós-militares caracterizaram-se pelo uso da máquina pública como moeda de troca em favor de seu próprio poder ou, como agora se diz, em favor de sua governabilidade. Eram cargos loteados, emendas distribuídas, empresas estatais entregues nas mãos de políticos – tudo para que o governo pudesse implantar sua agenda sem o entrave de ter de lutar por apoio dos congressistas. Com esse apoio devidamente comprado, tudo ficava muito mais fácil. Tanto que os governos anteriores agiram como “rolos compressores” – expressão usada constantemente para explicar a forma como os projetos governamentais eram votados na Câmara e no Senado, passando por cima de qualquer tentativa de oposição que se levantasse. Isso, obviamente, favoreceu muito a corrupção, que alcançou níveis inimagináveis, principalmente nos governos petistas. Houve ainda, na era do Partido dos Trabalhadores, algo ainda mais absurdo: o financiamento de ditaduras estrangeiras. Isso porque o Brasil foi a ponta-de-lança de um projeto de implantação de um novo socialismo na América Latina e, para isso, seu dinheiro era essencial para sustentá-lo. Essa foi a nossa realidade até 2018. Então, o povo brasileiro coloca na cadeira presidencial um político outsider, alguém que possui um discurso único e que nunca participou de qualquer um desses esquemas políticos tradicionais brasileiros. No entanto, ele não é uma figura facilmente palatável. Para os mais sensíveis, um grosseirão; para os mais sofisticados, um simplório; para os esquerdistas, um direitista incurável; para os que se consideram inteligentes, um ignorante. Mas esse presidente fora dos padrões faz algo que jamais havia sido tentado nestas terras: nomeia seus subordinados apenas com base em suas capacidades técnicas. Além disso, não distribui quaisquer cargos ou postos estratégicos para obter apoio político. Simplesmente, ele fecha a torneira da corrupção brasileira, tão dependente dos negócios ligados ao governo federal. Sua esperança é começar uma nova forma de fazer política no Brasil, baseada em critérios menos políticos, na verdade. Mas o sistema político brasileiro aprendeu a depender dos esquemas ligados à burocracia de Brasília e não aceita essa nova forma de conduzir o país. Incomodado com o fato de não não haver mais o fluxo do dinheiro que sempre alimentou a política brasileira, começa a fazer de tudo para inviabilizar o Poder Executivo. Assim, em movimentos coordenados entre os Poderes Legislativo e Judiciário, nenhum projeto vindo da presidência é aprovado, decretos são derrubados, atos proibidos e mesmo ações cotidianas são suspensas. Com a ajuda da grande mídia, começa, então, uma campanha incessante de difamação e inviabilização, como jamais vista na história brasileira, contra um governo. Todos as engrenagens do sistema político começam a se movimentar para tornar o exercício da presidência impossível. Surgem, então, as acusações. No entanto, não são acusações de corrupção semelhantes as que aconteciam anteriormente. Não se fala de grandes esquemas de loteamento de cargos, nem de compra de parlamentares, nem de vendas de leis, nem de esfacelamento de estatais, muito menos de qualquer financiamento de ditaduras. São acusações bem mais prosaicas: um filho que teria dividido dinheiro de gabinete e um outro que teria espalhado notícias falsas (acusações que jamais chegaram perto de ser provadas). E contra o presidente, o que há? Nada! Senão a acusação de tentar usar sua influência para obter informações sobre esses processos (processos que sequer existem, diga-se de passagem). A realidade é esta: tudo o que é dito contra Bolsonaro é ridículo, se comparado com tudo o que houve antes. Ainda que as acusações fossem verdadeiras (e nada indica que são) seriam um grão de areia comparadas com a corrupção existente nos governos anteriores. Tratam fatos menores de forma bem mais implacável do que tratavam os grandes assaltos cometidos por FHC, Lula e Dilma. O pior é que, se Bolsonaro fosse substituído, não haveria a mesma exigência de pureza de qualquer outro que assumisse o poder. Os esquemas certamente voltariam e as pessoas fingiriam que sequer existem, ou, seriam bem mais complacentes com eles. Isso porque o problema nunca foi o que Bolsonaro fez ou faz. O problema é o próprio Bolsonaro. Aqueles que o criticam, se não forem os que estão impedidos de se beneficiar dos esquemas tradicionais de corrupção, são os que não aceitam que alguém como ele: simplório, sincero, direto, meio tosco, sem refinamento, muito semelhante a qualquer homem comum, esteja no posto máximo da nação. Os inimigos de Bolsonaro se dividem em corruptos e invejosos. Aqueles querem ter o direito de roubar, como sempre, estes querem ter o direito de ser enganados, mas com refinamento, como sempre. É por isso que fingem exigir dele uma pureza que não exigiriam nem de seus próprios filhos, nem de seus padres e pastores. Por isso, em qualquer insinuação de erro (ainda que esses erro seja uma besteira qualquer), tratam-no como se fosse um genocida ou um grande corrupto. Tudo é desproporcional e falso. Esse é o motivo de eu defender o Bolsonaro. Porque vejo que tudo o que apresentam como acusação contra ele, ainda que fosse verdade, tornaria seu governo muitíssimo melhor e mais honesto do que os governos anteriores e, provavelmente, do que os governos futuros também. Podem dizer o que for contra mim, que sou bolsominion, gado, passador de pano e todos os adjetivos que queiram me dar. No entanto, uma das principais lições que aprendi com meu professor de filosofia de duas décadas, Olavo de Carvalho, é respeitar o senso das proporções. Porque, sem ele, tudo acaba distorcido. E é exatamente isso que estou fazendo.

sábado, 18 de abril de 2020

Eu Defendo Bolsonaro!

Texto retirado do Instagran da Deputada Ana Campagnolo;

""anacampagnolo: Eu não defendo o Bolsonaro cegamente. Defendo convicta e enfaticamente mesmo. Não se pode fiar a política em ideias, é impossível eleger ideias ou votar em ideias. É preciso eleger pessoas, apoiar e depreciar pessoas. São as pessoas que entram e caem do poder. Quantas ideias bonitas você ouviu na última eleição? E quantos políticos mudaram de ideia depois de eleitos?

Pois é exatamente por isso que minha defesa do Presidente Bolsonaro é convicta e não cega. Eu VEJO as outras pessoas que o rodeiam para abocanhá-lo. E essas pessoas sabem fazer política. Porque da boca para fora falam de ideias, mas nas madrugadas e saletas fechadas conspiram contra a PESSOA.

Eu me lembro quando fui para rua com cartazes gigantes: “Fora Dilma” e “Lula Ladrão”. Horas depois, no noticiário, diziam que uma gigantesca manifestação se havia feito CONTRA A CORRUPÇÃO. A mídia usa esse joguete. O Lula usou. Quando foi preso, ele disse: “Eu sou uma ideia”. O Lula é uma ideia, uma ideia muito porca na minha opinião e muito sexy na opinião dele mesmo.

Bolsonaro não é uma ideia. É uma pessoa. É óbvio que pessoas erram. Como os conservadores aplicam mal o conceito de “ceticismo”! Somos ou não somos céticos, afinal? Somos. Isso significa que sabemos que a PESSOA que elegemos vai errar. E antes que algum analfabeto funcional se alvoroce, note que estamos falando de ERRO e não de CRIME. Bolsonaro não está cometendo crimes, mas os que deveriam estar a favor dele se ouriçam ainda assim.

Os conservadores não apoiavam Thatcher por ser perfeita, estavam com ela porque seus opositores eram socialistas enrustidos. Como se dizem céticos justamente aqueles que esperam da política o paraíso da perfeição ou nada!? Ou o Bolsonaro aprender a usar uma máscara ou nada!? Demitiu o Mandetta, oh, que odiável! Deveria ser mais polido e culto, oh, fim do mundo!

Qual foi a ideia esfaqueada na campanha? Nenhuma. A esquerda fala de ideias, mas derruba PESSOAS. Derruba Celso Daniel, levanta Marielle. E os direitistas limpinhos caem como patinhos entregando suas boas pessoas numa bandeja e saem garganteando ideias. Como esqueceram em que no 2º turno de cada eleição disputam DUAS PESSOAS? Esqueceram? E a cega sou eu! "