segunda-feira, 4 de maio de 2020

POR QUE DEFENDO O GOVERNO BOLSONARO

Texto extraido do FB de Fábio Blanco: https://www.facebook.com/fabio.blanco.79/posts/2954514921296367 POR QUE DEFENDO O GOVERNO BOLSONARO Algumas pessoas que dizem me admirar e gostam do meu trabalho costumam falar que não entendem como posso apoiar o presidente e defendê-lo. Elas acham que é algo indigno para mim. Creem inclusive que isso pode me prejudicar, de alguma maneira. O que elas não entendem, porém, é que a defesa que faço desse governo não tem nada a ver com gosto pessoal, nem com identificação ideológica. É apenas o resultado daquilo que tenho visto. O fato é que eu percebo, com muita clareza, que o problema dos que atacam Bolsonaro nunca teve a ver com o que ele fez ou faz. O problema é quem o Bolsonaro é. Porque, se as pessoas fossem honestas e fizessem as devidas comparações entre o governo atual e os que se passaram, constatariam que não há paralelos possíveis. Todos os governos pós-militares caracterizaram-se pelo uso da máquina pública como moeda de troca em favor de seu próprio poder ou, como agora se diz, em favor de sua governabilidade. Eram cargos loteados, emendas distribuídas, empresas estatais entregues nas mãos de políticos – tudo para que o governo pudesse implantar sua agenda sem o entrave de ter de lutar por apoio dos congressistas. Com esse apoio devidamente comprado, tudo ficava muito mais fácil. Tanto que os governos anteriores agiram como “rolos compressores” – expressão usada constantemente para explicar a forma como os projetos governamentais eram votados na Câmara e no Senado, passando por cima de qualquer tentativa de oposição que se levantasse. Isso, obviamente, favoreceu muito a corrupção, que alcançou níveis inimagináveis, principalmente nos governos petistas. Houve ainda, na era do Partido dos Trabalhadores, algo ainda mais absurdo: o financiamento de ditaduras estrangeiras. Isso porque o Brasil foi a ponta-de-lança de um projeto de implantação de um novo socialismo na América Latina e, para isso, seu dinheiro era essencial para sustentá-lo. Essa foi a nossa realidade até 2018. Então, o povo brasileiro coloca na cadeira presidencial um político outsider, alguém que possui um discurso único e que nunca participou de qualquer um desses esquemas políticos tradicionais brasileiros. No entanto, ele não é uma figura facilmente palatável. Para os mais sensíveis, um grosseirão; para os mais sofisticados, um simplório; para os esquerdistas, um direitista incurável; para os que se consideram inteligentes, um ignorante. Mas esse presidente fora dos padrões faz algo que jamais havia sido tentado nestas terras: nomeia seus subordinados apenas com base em suas capacidades técnicas. Além disso, não distribui quaisquer cargos ou postos estratégicos para obter apoio político. Simplesmente, ele fecha a torneira da corrupção brasileira, tão dependente dos negócios ligados ao governo federal. Sua esperança é começar uma nova forma de fazer política no Brasil, baseada em critérios menos políticos, na verdade. Mas o sistema político brasileiro aprendeu a depender dos esquemas ligados à burocracia de Brasília e não aceita essa nova forma de conduzir o país. Incomodado com o fato de não não haver mais o fluxo do dinheiro que sempre alimentou a política brasileira, começa a fazer de tudo para inviabilizar o Poder Executivo. Assim, em movimentos coordenados entre os Poderes Legislativo e Judiciário, nenhum projeto vindo da presidência é aprovado, decretos são derrubados, atos proibidos e mesmo ações cotidianas são suspensas. Com a ajuda da grande mídia, começa, então, uma campanha incessante de difamação e inviabilização, como jamais vista na história brasileira, contra um governo. Todos as engrenagens do sistema político começam a se movimentar para tornar o exercício da presidência impossível. Surgem, então, as acusações. No entanto, não são acusações de corrupção semelhantes as que aconteciam anteriormente. Não se fala de grandes esquemas de loteamento de cargos, nem de compra de parlamentares, nem de vendas de leis, nem de esfacelamento de estatais, muito menos de qualquer financiamento de ditaduras. São acusações bem mais prosaicas: um filho que teria dividido dinheiro de gabinete e um outro que teria espalhado notícias falsas (acusações que jamais chegaram perto de ser provadas). E contra o presidente, o que há? Nada! Senão a acusação de tentar usar sua influência para obter informações sobre esses processos (processos que sequer existem, diga-se de passagem). A realidade é esta: tudo o que é dito contra Bolsonaro é ridículo, se comparado com tudo o que houve antes. Ainda que as acusações fossem verdadeiras (e nada indica que são) seriam um grão de areia comparadas com a corrupção existente nos governos anteriores. Tratam fatos menores de forma bem mais implacável do que tratavam os grandes assaltos cometidos por FHC, Lula e Dilma. O pior é que, se Bolsonaro fosse substituído, não haveria a mesma exigência de pureza de qualquer outro que assumisse o poder. Os esquemas certamente voltariam e as pessoas fingiriam que sequer existem, ou, seriam bem mais complacentes com eles. Isso porque o problema nunca foi o que Bolsonaro fez ou faz. O problema é o próprio Bolsonaro. Aqueles que o criticam, se não forem os que estão impedidos de se beneficiar dos esquemas tradicionais de corrupção, são os que não aceitam que alguém como ele: simplório, sincero, direto, meio tosco, sem refinamento, muito semelhante a qualquer homem comum, esteja no posto máximo da nação. Os inimigos de Bolsonaro se dividem em corruptos e invejosos. Aqueles querem ter o direito de roubar, como sempre, estes querem ter o direito de ser enganados, mas com refinamento, como sempre. É por isso que fingem exigir dele uma pureza que não exigiriam nem de seus próprios filhos, nem de seus padres e pastores. Por isso, em qualquer insinuação de erro (ainda que esses erro seja uma besteira qualquer), tratam-no como se fosse um genocida ou um grande corrupto. Tudo é desproporcional e falso. Esse é o motivo de eu defender o Bolsonaro. Porque vejo que tudo o que apresentam como acusação contra ele, ainda que fosse verdade, tornaria seu governo muitíssimo melhor e mais honesto do que os governos anteriores e, provavelmente, do que os governos futuros também. Podem dizer o que for contra mim, que sou bolsominion, gado, passador de pano e todos os adjetivos que queiram me dar. No entanto, uma das principais lições que aprendi com meu professor de filosofia de duas décadas, Olavo de Carvalho, é respeitar o senso das proporções. Porque, sem ele, tudo acaba distorcido. E é exatamente isso que estou fazendo.

sábado, 18 de abril de 2020

Eu Defendo Bolsonaro!

Texto retirado do Instagran da Deputada Ana Campagnolo;

""anacampagnolo: Eu não defendo o Bolsonaro cegamente. Defendo convicta e enfaticamente mesmo. Não se pode fiar a política em ideias, é impossível eleger ideias ou votar em ideias. É preciso eleger pessoas, apoiar e depreciar pessoas. São as pessoas que entram e caem do poder. Quantas ideias bonitas você ouviu na última eleição? E quantos políticos mudaram de ideia depois de eleitos?

Pois é exatamente por isso que minha defesa do Presidente Bolsonaro é convicta e não cega. Eu VEJO as outras pessoas que o rodeiam para abocanhá-lo. E essas pessoas sabem fazer política. Porque da boca para fora falam de ideias, mas nas madrugadas e saletas fechadas conspiram contra a PESSOA.

Eu me lembro quando fui para rua com cartazes gigantes: “Fora Dilma” e “Lula Ladrão”. Horas depois, no noticiário, diziam que uma gigantesca manifestação se havia feito CONTRA A CORRUPÇÃO. A mídia usa esse joguete. O Lula usou. Quando foi preso, ele disse: “Eu sou uma ideia”. O Lula é uma ideia, uma ideia muito porca na minha opinião e muito sexy na opinião dele mesmo.

Bolsonaro não é uma ideia. É uma pessoa. É óbvio que pessoas erram. Como os conservadores aplicam mal o conceito de “ceticismo”! Somos ou não somos céticos, afinal? Somos. Isso significa que sabemos que a PESSOA que elegemos vai errar. E antes que algum analfabeto funcional se alvoroce, note que estamos falando de ERRO e não de CRIME. Bolsonaro não está cometendo crimes, mas os que deveriam estar a favor dele se ouriçam ainda assim.

Os conservadores não apoiavam Thatcher por ser perfeita, estavam com ela porque seus opositores eram socialistas enrustidos. Como se dizem céticos justamente aqueles que esperam da política o paraíso da perfeição ou nada!? Ou o Bolsonaro aprender a usar uma máscara ou nada!? Demitiu o Mandetta, oh, que odiável! Deveria ser mais polido e culto, oh, fim do mundo!

Qual foi a ideia esfaqueada na campanha? Nenhuma. A esquerda fala de ideias, mas derruba PESSOAS. Derruba Celso Daniel, levanta Marielle. E os direitistas limpinhos caem como patinhos entregando suas boas pessoas numa bandeja e saem garganteando ideias. Como esqueceram em que no 2º turno de cada eleição disputam DUAS PESSOAS? Esqueceram? E a cega sou eu! "

terça-feira, 3 de março de 2020

Calendário 2020

Todas as datas estão aqui: http://www.tse.jus.br/
link direto: http://www.tse.jus.br/eleicoes/calendario-eleitoral/calendario-eleitoral


5 de março:  Último dia para o TSE publicar todas as instruções para o processo eleitoral deste ano.

4 de abril: último dia para os partidos terem seus estatutos registrados no TSE;

18, 19 e 20 abril - Congresso Conservador - São Paulo

6 de maio de 2020:
Último dia para regularizar a situação eleitoral e confirmar habilitação para votar esse ano.

20 de julho a 5 de agosto - convenções para escolha dos candidatos.

14 agosto: último dia para registro da candidatura pela internet.

15 de agosto: último dia para registro da candidatura pessoalmente no tribunal.

16 de agosto: início da propaganda eleitoral.

4 de outubro - Eleições - 1°Turno.

Regras a seguir para desincompatibilização:

http://www.tse.jus.br/eleicoes/desincompatibilizacao/servidores-publicos-estatutarios-ou-nao-dos-orgaos-da-administracao-direta-ou-indireta

Prazo: 3 meses.

Lei:  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LCP/Lcp64.htm

sábado, 18 de janeiro de 2020

As vezes cansa, mas não podemos desistir!


Desabafo; Marcelo Vardanega, Florianópolis, 18 de janeiro de 2020;

Nunca antes na história mundial tivemos dois presidentes de paises continentais tendo TODAS as suas falas e ações minuciosamente dissecadas afim de encontrar alguma "coisa" que sirva para atacá-lo. Se não for com ele, será com qq da sua Equipe.

Essa é a situação obviamente do Brasil e dos EUA. O que está acontecendo? Não, não é a evolução dos tempos, o avanço das tecnologias e a facilidade de comunicação... é o griteiro desesperado de todo um esquema corrupto, nefasto, malévolo, hipócrita e acima de tudo, desesperado.

Desesperado? É, o desespero é o estado em que se encontra esse pessoal que até pouco tempo estava vendo o plano dar certo em casa, no vizinho e em quase todo lugar. Eles só esqueceram de alguns "pequenos" países que começaram a abrir os olhos...

Os sofridos país do leste europeu, depois de muito desespero, e desespero justificado, pois foram todos esmagados e levados praticamente a humilhação mundial, fome e morte de todo o povo de toda a forma, decidiram lutar com tudo que existe de possível para retomar suas vidas!

Esses países começaram a expurgar esse pessoal que se diz defensor das liberdades, da democracia, da coletividade.... O discurso é bonito, mas as "pegadinhas", não são traicoeiras, são sujas, são absolutamente odiosas, assim como o resultado final desse plano que estava em curso.

O griteiro então é o resultado desse momento em que o sistema deslumbra a possibilidade de cair. Eles jamais vão aceitar uma derrota, ou a derrota, se ela vier a existir. A verdade é que nunca haverá uma derrota. O preço da Liberdade é a Eterna vigilância. Vai haver muita luta.

Você entende que deve lutar? Você entende que para ter alguma coisa, haverá de fazer algo para essa conquista? A Liberdade do Brasil não sairá de graça, não cairá no colo do povo como presente por ter votado em alguém que não é da "turma" deles. Estamos só no começo dessa luta.

Devemos decidir imediatamente se vamos lutar pela nossa liberdade ou nos curvar a essa escória mundial que pretende retomar o controle que anda escorrendo por seus dedos, lhe causando raiva e ódio. Não existe conversa, ou somos nós, ou são eles. Enxergar isso é fundamental.

Esse é o cenário em que estamos e não há saída sem luta, sem guerra, sem afronta. Quem quiser conversar será destruido, corroido, consumido e aniquilado. É preciso responder a essas ações com toda a força que tivermos. Eles não vão desistir enquanto nós existirmos.

Isso é o que tenho pra hoje. Marcelo.